O caso UFMG e a falsidade ideológica de gênero!

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“A ideologia de gênero diz que você pode ser o que quiser, mesmo que as leis da física, da biologia e da química digam o contrário…A questão final e mais hipócrita disso tudo, é que você pode ser tudo o que quiser, contanto que não seja um branco dizendo que é um negro para concorrer ao sistema de cotas”.

Nossa mente está tão contaminada com o politicamente correto que não conseguimos enxergar o quadro geral dessa história.

Estou falando do sistema de cotas e sua bandeira da falsa justiça social, que poderíamos chamar até de justiça socialista. E perceba que quando a palavra justiça vem denominada de justiça social os direitos individuais são jogados no lixo e a justiça é entregue, não ao indivíduo mas sim ao grupo social ou movimento.

E é esse conceito que coloca brancos contra negros, mulheres contra homens, pobres contra ricos. O sistema de cotas é mais uma ferramenta do besteirol ideológico para propagar todo esse conflito e divisão de ‘classes’.

É corrupto e injusto, por que também fere os direitos individuais. É injusto e desonesto com negros no campo acadêmico e da intelectualidade por que desacredita sua capacidade, e é igualmente injusto contra os brancos, pois diz que no campo jurídico não podem ter os mesmos direitos judiciais que os negros por serem os seus opressores. Hora, o sistema divide os seres humanos de forma patética, por causa da cor da pele, e os coloca em condição de inimigos.

O contraponto deste caso da UFMG é que a ideologia de gênero, que eu gosto de chamar de falsidade ideológica de gênero defende a ideia segundo a qual não existe apenas a mulher e o homem, mas que existem também “outros géneros”; e que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros”, ou mesmo alguns desses “outros géneros” em simultâneo.

A ideologia de gênero diz que você pode ser o que quiser, mesmo que as leis da física, da biologia e da química digam o contrário, que se você é um homem, ainda assim você pode dizer que é uma mulher ou vice e versa, pode dizer que é uma árvore, pode dizer que é uma criança, mesmo sendo um adulto, e cometer um ato de pedofilia, pode dizer que é um cão e cometer zoofilia.

A questão final e mais hipócrita disso tudo, é que você pode ser tudo o que quiser, contanto que não seja um branco dizendo que é um negro para concorrer ao sistema de cotas.

 

Por: Vilson A Macieski

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