Amor, uma decisão desconfortável e necessária

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Sem Amor é impossível manter:

  • Família
  • Trabalho
  • Relacionamentos
  • Segurança
  • Liberdade
  • Justiça
  • Esperança

Esta decisão é tão fundamental e importante quanto o ar que respiramos pois é de fato a única decisão que pode nos manter vivos e no caminho do que é bom e justo , mas não necessariamente contentes ou satisfeitos. Contentamento e satisfação são sintomas de maturidade.  Assim como afirma Paulo em (Filipenses 4.11-13):  Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece”. (Filipenses 4.11-13)

Certamente a decisão de Paulo acompanhada de convicção e integridade em Amar o levou a superar o descontentamento. O Amor convicto e integro não tem prazo de validade e as instituições que são sustentadas por ele, a saber, a família ,a igreja e o trabalho são perpetuadas.

O Amor nos dá a capacidade de suportar as mais difíceis situações para manter aquilo que é bom. Mantemos um casamento, mesmo suportando as desagradáveis ações e erros de nossos parceiros por que decidimos ama-lo e respeita-lo. Mantemos nossos filhos juntos a nós , mesmo com os difíceis desafios da desobediência e rebeldia. Mantemos nossos relacionamentos de amizade e profissionais por que compreendemos e suportamos as limitações e dificuldades, e com isso temos também a oportunidade de praticar a caridade de orientar e ensinar.

Todos estes valores foram dados a nós por Deus para vivermos uma vida plena , e isso demonstra o padrão de Amor  que Deus dedica a nós. Pois ele suporta as nossas ações mais desagradáveis. Ele deseja que seu Amor seja aplicado em nossas vidas e na vida de nosso próximo com paciência e determinação. Pois é dessa forma que Ele aplica seu Amor para conosco. Pois mesmo sem merecermos seu Amor e sua justiça nos alcança.

Quanto a Justiça, ela implica tanto em condenação ou em salvação,  e ela não revoga o perdão, mas o perdão por sua vez não implica em absolvição pois o perdão não pode se confrontar com a justiça aplicada a nossas escolhas ou seja você colherá aquilo que plantar e por vezes, plantará e mesmo assim não colherá, mas outros colherão . O ladrão na cruz, por exemplo, recebeu perdão e salvação, mas também recebeu a punição por seus atos. Sua vida foi interrompida naquele dia, mas suas escolhas o levaram até lá. Porem ainda assim foi salvo.

Quer seja em uma prisão ou livres Todos nos morreremos e isso é um fato da vida. Podemos escolher se morreremos livres ou em uma prisão. E se alcançaremos a salvação ou não através de Cristo Jesus.

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